
No ano de 2003, foi iniciado, pelo professor Otávio do Canto, um estudo sobre a dinâmica territorial das comunidades ribeirinhas do Baixo Tapajós, intitulado modo de vida e uso do território no Baixo Tapajós. Esse compreendimento ocorreu, até o ano de 2004, no interior do Projeto Caruso, liderado por professores da Université du Québec á Montreal(UQAM).
Em 2005 e 2006, a pesquisa passou aser desenvolvida por meio do projeto Zoneamento Ecologico-Econômico da Área de Infruência da Rodovia BR - 163 (Cuiabá-Santarém), do Governo federal, coordenado pelo pesquisador Adriano Venturieri. A parti daí foram realizadas diversas visitas às comunidades, dentre elas São Luiz do Tapajós, com o objetivo de ampliar os estudos que o novo projeto julgou necessário. Nessas circustâncias estiveram em campo pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Ágropecuaria (EMBRAPA) e do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).
Este pequeno livro, portanto é uma síntese de estudos interdisciplinares realizados sobre o território de uma comunidade localizada as márgens do Rio Tapajós. Local este no qual, segundo registros de viagem ao Tapajós, de Henri Condreau (1896), se encontra o limite do chamado Baixo Tapajós.
As comunidades do Baixo Tapajós apresentam diferenciações quanto a sua constituição e formas de se reproduzirem. No entanto, possuem em comum a ameaça do processo de expansão das pastagens sobre o seu territórios. Isso se aplica fundamentalmente às comunidades que se encontram fora das chamadas "Áreas Especiais" (Flona, Resex e Parna).
Para se entender a dinâmica do uso do território em São Luiz do Tapajós, foram valorizados três aspectos fundamentais: a dinâmica socioespacial, a interpretação do uso da terra e da corbetura vejetal e, finalmente, a biodiversidade, com ênfase para o Campo dos Perdidos.
Em 2005 e 2006, a pesquisa passou aser desenvolvida por meio do projeto Zoneamento Ecologico-Econômico da Área de Infruência da Rodovia BR - 163 (Cuiabá-Santarém), do Governo federal, coordenado pelo pesquisador Adriano Venturieri. A parti daí foram realizadas diversas visitas às comunidades, dentre elas São Luiz do Tapajós, com o objetivo de ampliar os estudos que o novo projeto julgou necessário. Nessas circustâncias estiveram em campo pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Ágropecuaria (EMBRAPA) e do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).
Este pequeno livro, portanto é uma síntese de estudos interdisciplinares realizados sobre o território de uma comunidade localizada as márgens do Rio Tapajós. Local este no qual, segundo registros de viagem ao Tapajós, de Henri Condreau (1896), se encontra o limite do chamado Baixo Tapajós.
As comunidades do Baixo Tapajós apresentam diferenciações quanto a sua constituição e formas de se reproduzirem. No entanto, possuem em comum a ameaça do processo de expansão das pastagens sobre o seu territórios. Isso se aplica fundamentalmente às comunidades que se encontram fora das chamadas "Áreas Especiais" (Flona, Resex e Parna).
Para se entender a dinâmica do uso do território em São Luiz do Tapajós, foram valorizados três aspectos fundamentais: a dinâmica socioespacial, a interpretação do uso da terra e da corbetura vejetal e, finalmente, a biodiversidade, com ênfase para o Campo dos Perdidos.


